OBSTÁCULOS NA HIGIENE OCUPACIONAL, gestão de riscos ou em seus laudos?

A GV Segurança elabora LTCAT, PGR e Laudos de Insalubridade e Periculosidade com rigor técnico. Realizamos avaliações de agentes físicos, químicos e biológicos com metodologia e rastreabilidade. Entregamos documentos consistentes e decisões práticas para reduzir riscos, prevenir acidentes e doenças ocupacionais e mitigar passivos legais.

Análises detalhadas | Metodologias avançadas | Resultados confiáveis

Análises detalhadas Metodologias avançadas Resultados confiáveis

Nossos Serviços

Temos a experiência de desenvolvimento do LTCAT em empresas dos mais diferentes segmentos econômicos e portes.

Com a análise detalhada da legislação previdenciária e a devida orientação ao cliente referente aos processos e detalhamentos da legislação previdenciária de segurança do trabalho.

E, as tributações envolvidas nesta área, com o foco de fornecer segurança jurídica as empresas que elaboram este documento de acordo com os requisitos do decreto 3.048/99 e a IN 128/22 do INSS.

As empresas que não realiza o trabalho, estão sujeitas as multas que serão emitidas pela fiscalização da Receita Federal do Brasil – RFB que é o órgão responsável pela análise das informações previdenciárias através dos eventos de segurança e saúde do trabalho enviados através do eSocial.

Na GV – Segurança e Saúde Ocupacional, elaboramos o Laudo Técnico de Insalubridade conforme a NR-15, com foco em rigor técnico, rastreabilidade e clareza na tomada de decisão.

Partimos do entendimento real do processo (tarefas, fontes geradoras, frequência e duração), definimos a estratégia de avaliação e enquadramos cada agente conforme o anexo aplicável.

Deixando explícitos os critérios adotados, as evidências consideradas e o raciocínio que sustenta as conclusões — sem “achismo” e sem texto genérico.

Na GV – Segurança e Saúde Ocupacional, elaboramos o Laudo Técnico de Periculosidade com base na NR-16, garantindo uma análise técnica, objetiva e rastreável do cenário real de trabalho.

Começamos pelo mapeamento das atividades, áreas e rotinas operacionais, identificando fontes de perigo, condições de exposição, habitualidade/intermitência e a forma como o risco se materializa no dia a dia — porque periculosidade não se “deduz”, se demonstra.

Temos uma equipe altamente qualificada, com profissionais com experiência e conhecimento na área de higiene ocupacional.

Com experiência no desenvolvimento de medições de campo, elaboração de relatórios técnicos, programas de prevenção, laudos de insalubridade, periculosidade e aposentadoria especial, além do tratamento estatístico de amostras de campo.

Através de um serviço personalizado, conseguimos realizar entregas de alto valor aos nossos clientes, considerando as características de cada organização.

O Treinamento de Higiene Ocupacional in company da GV – Segurança e Saúde Ocupacional é um programa prático e sob medida para capacitar equipes de SST, consultores técnicos, SESMT a reconhecer, avaliar e controlar riscos ocupacionais com método, rastreabilidade e foco em decisão.

O conteúdo é ajustado à realidade do processo da empresa e pode abranger agentes físicos, químicos e biológicos, estratégia de avaliação (definição de GHE, planejamento amostral, interpretação de resultados) e aplicação da hierarquia de controles, conectando a higiene ocupacional à gestão do PGR e às rotinas que sustentam documentos técnicos consistentes, como laudos de insalubridade e o LTCAT.

Quando aplicável, inclui também treinamento de instrumentação, com orientação prática sobre seleção, configuração e uso correto de equipamentos, posicionamento, cuidados de medição, verificação/calibração, registro de dados e checagens de qualidade para garantir medições confiáveis.

O diferencial da GV está na experiência de campo e na expertise técnica de higienistas ocupacionais na equipe, garantindo um treinamento que vai além de teoria: é transferência de prática que funciona “no mundo real”.

A abordagem prioriza critérios técnicos claros, padronização de decisões e redução de erros comuns que enfraquecem avaliações e recomendações — e, na parte de instrumentação, foca no que mais derruba resultado: procedimentos, montagem, interferências, documentação e rastreabilidade. Ao final, a empresa recebe não só capacitação, mas também materiais aplicáveis (roteiros, checklists e guias de tomada de decisão) para manter consistência no dia a dia e elevar o nível técnico das avaliações e das medidas de controle.

Elaboramos o PCMSO com base nos riscos existentes no ambiente de trabalho.

Realizando a solicitação de exames médicos pertinentes ao tipo de atividade dos trabalhadores e de acordo com o perfil de exposição ocupacional.

Promovendo o adequado monitoramento da saúde dos trabalhadores e assegurando o atendimento dos requisitos legais.

Caso a empresa não realize o PCMSO, ela está infringindo a NR 7, ficando sujeita a notificações e a penalidades por parte da fiscalização do Ministério do Trabalho.

Temos uma abordagem de desenvolvimento da Análise Ergonômica do Trabalho – AET.

No qual, considera a aplicação de ferramentas conceituadas como os métodos preconizados pelo NIOSH, RULA, método Suzanne Rodgers, análise de tempos e métodos, clima organizacional e avaliação psicofisiológica para a elaboração de uma ferramenta assertiva que possa gerenciar os fatores ergonômicos no ambiente de trabalho.

Caso a empresa não realize esse trabalho ela poderá notificada a multada pela fiscalização do Ministério do Trabalho.

Elaboramos o PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos (NR-01) de forma completa e aplicável à rotina da empresa, indo além do “documento para cumprir tabela”.

Fazemos o levantamento e a descrição dos processos e atividades, identificamos perigos e avaliamos os riscos ocupacionais, definimos e priorizamos medidas de prevenção (engenharia, administrativas e EPI), estruturamos o inventário de riscos e o plano de ação com responsáveis, prazos e evidências, e orientamos a integração com rotinas de SST, treinamentos e demais documentos da empresa, garantindo rastreabilidade técnica, clareza para auditorias e suporte real à tomada de decisão.

Elaboramos e implantamos o Programa de Proteção Respiratória (PPR) de forma prática e totalmente alinhada aos riscos reais da operação, garantindo que a proteção respiratória seja uma barreira efetiva — e não apenas “um respirador no estoque”.

A partir do reconhecimento e da avaliação da exposição a aerodispersoides (poeiras, névoas, fumos, fibras) e/ou vapores e gases, definimos critérios técnicos para seleção do respirador e filtros, incluindo fator de proteção, limitações de uso e compatibilidade com a tarefa.

Estruturamos procedimentos de uso, higienização, guarda, manutenção e substituição, estabelecemos treinamento e orientações de gestão, e incluímos diretrizes para fit test/vedação, controle de vedação facial e monitoramento contínuo da eficácia do programa, com registros e indicadores que sustentam conformidade, reduzem falhas e elevam o padrão de proteção dos trabalhadores.

Elaboramos e implementamos o Programa de Conservação Auditiva (PCA) com foco em reduzir, de verdade, o risco de perda auditiva induzida por ruído e fortalecer a conformidade legal da empresa.

A partir do diagnóstico do cenário de exposição (mapeamento das fontes, medições e caracterização de grupos homogêneos), definimos um plano técnico de controle priorizando medidas de engenharia e administrativas, e quando necessário, estruturamos a seleção e a gestão de protetores auditivos (critérios de atenuação, orientação de uso, conservação e reposição).

Integramos o PCA ao PGR e ao PCMSO com diretrizes para treinamentos, sinalização, acompanhamento de indicadores, auditorias internas e gestão de registros, garantindo rastreabilidade e tomada de decisão baseada em dados — porque “PCA de gaveta” não protege ouvido de ninguém.

Executamos a Avaliação de Exposição Preliminar (AEP) em Ergonomia para identificar rapidamente (e com critério técnico) as situações de trabalho com maior potencial de sobrecarga e adoecimento, antes de uma AET completa.

Fazemos o reconhecimento das tarefas e do “trabalho real”, observando posturas, esforços, repetitividade, manuseio de cargas, tempo de exposição, ritmo, pausas, organização do trabalho e condições do posto (layout, ferramentas, mobiliário e interfaces).

A entrega consolida os principais achados por função/atividade, define prioridades de intervenção, recomenda medidas imediatas de melhoria e indica, quando necessário, quais frentes devem avançar para Análise Ergonômica do Trabalho (AET) — agilizando decisões, reduzindo retrabalho e dando direção clara para o plano de ação do PGR.

Realizamos a AET com abordagem prática e orientada a resultado, avaliando o trabalho real (e não só o “trabalho no papel”).

Mapeamos tarefas, posturas, esforços, repetitividade, manuseio de cargas, organização do trabalho, fatores psicossociais e interfaces homem–máquina/ambiente, identificando causas-raiz de desconfortos, afastamentos e perda de desempenho.

A entrega inclui diagnóstico técnico, priorização de riscos, recomendações de melhorias (engenharia, layout, métodos, pausas, dimensionamento e treinamento) e um plano de ação com prazos e responsáveis, com suporte para integração ao PGR e para redução consistente de queixas, incidentes e passivos trabalhistas.

Elaboramos o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) com rigor técnico e total alinhamento às exigências previdenciárias, garantindo um documento consistente, rastreável e defensável em auditorias e fiscalizações.

Consolidamos as informações de ambiente de trabalho, atividades, agentes nocivos e medidas de controle a partir de bases técnicas como LTCAT e avaliações ocupacionais, revisamos coerência entre função, GES, períodos e registros, e estruturamos o PPP com clareza para evitar divergências que geram exigências, multas e dor de cabeça.

O resultado é um PPP bem amarrado, que sustenta a realidade da exposição ocupacional e reduz o risco de inconsistências que viram passivos tributários e previdenciários.

Na GV – Segurança e Saúde Ocupacional, realizamos avaliação de riscos psicossociais relacionados ao trabalho (os riscos “do jeito que o trabalho é organizado”, não da vida pessoal de ninguém).

O serviço é estruturado para atender ao GRO/PGR da NR-1, que passa a trazer os fatores psicossociais de forma expressa e com fiscalização punitiva a partir de 26 de maio de 2026 — com um período anterior de implantação educativa e orientativa anunciado pelo MTE.

Nossa abordagem combina NR-1 + NR-17, como o próprio MTE orienta: começamos pela Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) e, quando necessário, avançamos para AET, usando evidências do trabalho real (observações em campo, entrevistas, oficinas, análise de indicadores e/ou questionários), para identificar perigos, avaliar o nível de risco e priorizar controles.

A NR-1 deixa claro que esses fatores entram no escopo do gerenciamento de riscos e devem ser considerados nas condições de trabalho (NR-17), com registro no inventário e plano de ação.

A GV – Segurança e Saúde Ocupacional executa avaliação de ruído ambiental com base na ABNT NBR 10151 (2019 + Errata 1:2020), verificando a conformidade dos níveis sonoros em áreas habitadas e gerando evidências técnicas para licenciamento, atendimento a reclamações de vizinhança, fiscalizações e ações corretivas.

O serviço inclui o enquadramento do local (tipo de área e período diurno/noturno, considerando também a legislação municipal/estadual aplicável), definição de pontos de medição e janelas críticas, além da seleção e verificação de instrumentação adequada, com rastreabilidade metrológica e checagens de calibração em campo

Sobre o seu Consultor

Eng. Gustavo Rezende

Depoimentos:

Nossos Clientes

Ainda tem dúvidas?

Se você ainda tem dúvidas, temos um time que está pronto para responder qualquer pergunta no WhatsApp. É só clicar no botão abaixo e nos chamar.